sábado, 8 de fevereiro de 2014

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Um povo prazado

A gente anda a ser praxada,
Com enorme violência,
Pela trupe chefiada
Por um “Dux” com demência!...

Essa trupe nunca soube
O que é uma Faculdade,
Embora sempre nos roube,
Com douta perversidade !...

Esse tal “Dux” é o Passos,
Veteranorum na asneira,
Que, com os seus erros crassos,
Nos praxa, à sua maneira!...

E a sua trupe é
O Governo actual,
Que tem uma grande fé
No saque, em Portugal!...

O Zé-povinho, que anda,
Na Faculdade da vida,
Vê que há um burro que manda,
Na sua vida sofrida!...

O Povo não é caloiro
E, mesmo assim, é praxado,
Por um “Dux”, que é um coiro,
A custo, licenciado!...

Como Código da Praxe,
O Orçamento do Estado,
Não deixa que haja relaxe,
No que deve ser praxado!...

Desta praxe, poucos falam!...
Mas ela está aí,
Massacrando os que se calam
E os que clamam contra si!...

O Povo é veterano,
Como vítima de esbulho,
Por parte desse fulano,
Que é um doutor do entulho!...

Dada a veterania,
No tocante ao sofrimento,
O Povo exige alforria,
Ao “Dux”, que é um jumento!...